LOGOS MANTRA E TEURGIA digital simplificado
Samael Aun Weor 102 nesta Conjuração? Que entidade tenebrosa seria esta? Indubi- tavelmente todas essas interrogações e enigmas nos manti- nham inquietos. Queríamos aclarar a questão. Não queríamos seguir como autômatos repetindo uma Conjuração cujo signifi- cado ignorávamos. Então decidimos investigar. Saímos facilmente do corpo físico e, em corpo astral, segui- mos andando ao longo de um caminho solitário. Conforme ía- mos caminhando, invocávamos o misterioso Chavajot mencio- nado pelo Grande Rei Salomão. Temos de confessar que nesta invocação tivemos que utilizar a grandiosa e suprema Chamada de Pedro de Apono que diz o seguinte: Hemen etan! Hemen etan! Hemen etan! El, Ati, Titeip, Azia, Hin teu, Minosel, vay, Achadon, vay, vaa, Eye, Aaa, Eie, Exe, A El El El, A! Hg! Hau! Hau! Hau! Hau! Va! Va! Va! Va! Hg.: Hau! Hau! Hau! Hau! Va! Va! Va! Va! Chavajot! Aie saraye, aie saraye, aie saraye! Per Eloym Archima, Raburs, Bathas Super Abrac Ruens Superveniens a beor, Super Aberer, Chavajot! Chavajot! Impero tibi per claven Salomonis et nomen magnus Semhamphoras. O resultado foi maravilhoso! À margem do caminho, encontramos uma escultura olímpica, solene. Ela parecia cinzelada por um Praxísteles. Seu rosto era semelhante ao rosto do Apolo grego. A curvatura dos pés, o perfil de suas mãos... toda eurritmia daquela escultura poderia competir com a Vênus de Milo. No entanto, havia algo estranho naquela figura.... Aquela formosíssima escultura e preciosa efígie humana estava vestida com uma túnica cor de sangue que, formando belíssimas pregas, exóticas e fatais, chegava até os pés. Compreendemos que nos encontrávamos frente ao polo oposto de Jeová. Encontrávamo-nos frente ao espantoso e
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