Curso Esotérico de MAGIA das RUNAS - DIGITAL SIMPLIFICADO

Samael Aun Weor 18 Existem muitas reminiscências sobre raios em formas de bola, meteoros-gatos etc. H. P. Blavatsky, em sua monumental obra intitulada “A Doutrina Secreta”, alude a esse fogo sagrado de Zoroastro, ou o Atash Behran dos pársis, naquele parágrafo que menciona “O caos dos Antigos”. Que inefáveis são as palavras de H. P. B. quando fala do Fogo de Hermes! São notáveis as explicações dessa grande mártir do século passado quando nos faz recordar do Fogo de Hermes dos antigos germânicos, o relâmpago fulgurante de Cibeles, a tocha de Apolo, a chama do altar de Pan, as brilhantes chispas nos chapéus dos Dióscuros, na cabeça das Górgonas, no elmo de Palas e no Caduceu de Mercúrio. Que sublime foi o fogo inextinguível no templo de Apolo e no de Vesta! Que excelso foi o Path-Ra egípcio! Quão magno resplandeceu na noite dos séculos do Zeus Cataibates grego, que desce do céu para a terra, segundo Pausanias! As línguas de fogo de Pentecostes e a sarça ardente de Moisés são, certamente, muito semelhantes ao tunal ardendo na fundação do México. A lâmpada inextinguível de Abraão ainda brilha resplande- cente e terrivelmente divina. O fogo eterno do abismo sem fim, ou o pleroma dos gnósticos, é algo que jamais se poderá esquecer. Ao falar do fogo sagrado, convémmencionar, nomear e citar, os vapores fúlgidos do Oráculo de Delfos, a luz sideral dos gnósticos rosa-cruzes, o akasha dos adeptos indostânicos, a luz astral de Eliphas Levi etc.

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